Ramalho Ortigão

Escritor português

O considerado "pai da moderna literatura portuguesa", Ramalho Ortigão foi um importante escritor, jornalista e poeta português. Nascido em 13 de dezembro de 1836, em Alenquer, Portugal, Ortigão teve seus estudos interrompidos aos 13 anos devido à pobreza da família. Ainda assim, isso não o impediu de se destacar em sua carreira como jornalista e escritor.

Durante os seus primeiros anos profissionais, Ortigão trabalhou como advogado, mas logo se aprofundou na escrita e na divulgação de artigos. Seus trabalhos eram tão divertidos e cultos que logo ele se tornou conhecido e famoso no meio literário. Entre 1868 e 1878, ele foi editor do jornal Diário de Notícias, onde publicou textos sobre literatura, história, filosofia e artes. Durante esse tempo, ele também se envolvia com o Teatro Nacional, onde atuou como ator e, posteriormente, diretor.

Além disso, Ortigão também associou seu nome a importantes escritores e poetas portugueses. Por meio de sua obra, ele se tornou o líder de um movimento literário conhecido como "Realismo Parnasiano", junto de Machado de Assis, Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco e outros escritores conhecidos na época.

Entre suas obras mais conhecidas, estão os livros “Cartas à Ex-Mulher” e “A confissão de um Filho do Século”. Seu último livro, “Cemitério de Alferes”, foi publicado poucos dias antes de sua morte, em 15 de setembro de 1911. O livro foi considerado um dos principais trabalhos da época e foi aclamado no meio literário.

Ramalho Ortigão foi um dos principais escritores e poetas portugueses da época e ainda hoje é lembrado por suas obras e contribuições à literatura portuguesa. Seu legado permanece vivo e ainda é considerado um dos mais importantes escritores da história de Portugal.
Ramalho Ortigão
Nascimento: 24 de outubro de 1836

Local: Porto

Morte: 27 de setembro de 1915 aos 78 Anos
país de nacionalidade Portugal
obra destacada As Farpas